Empresas goianas abrangidas pela regra estadual precisam vincular pagamentos por Pix, cartão e outros meios eletrônicos à NF-e ou NFC-e da operação. Para faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões, a nova etapa começa em 1º de novembro de 2026; para faturamento anual de até R$ 360 mil, em 1º de fevereiro de 2027, conforme comunicado da Secretaria da Economia atualizado em 9 de outubro.
O que muda na prática?
O sistema de pagamento e o emissor fiscal precisam estar tecnologicamente integrados para vincular cada transação ao documento fiscal correspondente, de forma direta e imediata. As orientações estaduais também contemplam a vinculação a documento previamente emitido por meio do Econf, observadas as regras técnicas.
Quem precisa se adequar e quando?
A Secretaria da Economia informa que empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões entram na etapa de 1º de novembro de 2026. Empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil entram em 1º de fevereiro de 2027. Empresas maiores e determinados setores foram abrangidos em etapas anteriores. Verifique o enquadramento e as exceções aplicáveis ao seu estabelecimento.
Preciso trocar minha maquininha?
Não necessariamente. Consulte os fornecedores de PDV, ERP, emissor de NF-e/NFC-e e meios de pagamento para verificar compatibilidade, atualizações e testes necessários. A solução depende da arquitetura usada em cada loja.
Todo Pix recebido exige nota fiscal?
Não. A exigência de integração refere-se a pagamentos vinculados a operações sujeitas à emissão dos documentos fiscais abrangidos. Uma transferência financeira isolada não se transforma automaticamente em venda tributável. A natureza da operação e as exceções precisam ser analisadas.
Checklist antes do prazo
Confirme sua faixa de faturamento; solicite confirmação de compatibilidade ao fornecedor; teste Pix, débito e crédito; verifique se os valores e formas de pagamento são vinculados corretamente à NF-e ou NFC-e; oriente os operadores de caixa; e documente as verificações.
Por que não deixar para a última hora?
Atualizações e testes podem demandar tempo. Falhas na integração podem gerar inconsistências fiscais e transtornos no atendimento. Planejar a adequação reduz o risco operacional.
Fonte e referência
Secretaria da Economia de Goiás — prorrogação dos prazos (09/10/2026)
Consultar fonte oficial Secretaria da Economia — orientações técnicas sobre integraçãoConteúdo informativo. A aplicação das normas depende da operação e das circunstâncias de cada empresa.
